domingo, 23 de dezembro de 2007

JUÍZO DO ANO - a reflexão que se impõe



----- Estamos a atingir a meta final de mais um ano, que pensamos ter sido vivido... mas talvez tenhamos apenas sobrevivido. Somos então confrontados com uma imperiosa necessidade de fazer uma retroespecção daquilo que foi esse ano, com todas as suas nuances, como sejam os pontos de interesse, as vivências tidas, positivas ou negativas, os aspectos que o tornaram passível de ser classificado como um bom ou mau ano.
----- Julgo ser difícil estabelecer um ano-tipo como padrão da comparação, pois todos os anos vêm sendo, ao fim e ao cabo, o produto final daquilo que fui fazendo em prol do meu bem estar e do da minha família, porque não vejo no horizonte nada que possa vir a transformar uma vida sem história num caso de sucesso. Porque a sorte ao jogo pressupõe o azar no amor, opto por nem sequer jogar, para que esteja preservado o meu bom relacionamento com Afrodite ou Cupido. Porque os Deuses da Sorte e da Fortuna nunca me favoreceram, tornando infrutíferas as minhas tentativas em lhes agradar, optei pela parte amorosa da minha vida... e julgo que não me tenho saído mal, pois sinto os favores dos Deuses do Amor.
----- Mas há um outro aspecto que me deixa desiludido com a ano que passa: É que não consigo perceber onde a Humanidade tem errado para que tanto mal lhe venha acontecendo: furacões, tempestades, inundações, tremores de terra, guerra, fome, doença, violência, destruição ambiental, buracos no ozono, extinção de várias espécies cinegéticas... e tantos outros males que vêm atingindo a humanidade, não me dão muita esperança para o ano que aí virá. Já não falo naquilo que o País vai sentindo, pois somos uma parte do caos que assola o mundo.
----- Só nos restará pedir a intercessão do Senhor da Vida, o Criador do Mundo, e estar atento às soluções que Ele nos vai tentando transmitir... mas que o nosso autismo teima em não querer ouvir.
QUE O SENHOR DE TODAS AS COISAS
NOS TRAGA UM ANO NOVO PLENO DE PAZ,
SAÚDE E A CONCRETIZAÇÃO DOS MAIS PREMENTES DESEJOS DOS POVOS.

NO MUNDO ASSIM...

NO MUNDO  ASSIM...
era bom viver nesta terra... bonita!