quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Iberismo ou traição?

O espanhol da Azinhaga do Ribatejo
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José Saramago, ninguém sabe se por senilidade se por ideologia, é useiro e vezeiro em "convocar" os Portugueses para uma utopia que congeminou no seu cérebro doente, que dá por nome de IBERISMO.
Veja-se o mimo escrito no espanhol El País, da autoria de D. José de Saramago, alcaide de Lanzarote: : "Ao contrário do que geralmente se diz, o futuro já está escrito, nós é que não temos ainda a ciência necessária para o ler. Os protestos de hoje podem tornar-se em concordâncias amanhã, também o contrário poderá suceder, mas uma coisa é certa e a frase de Galileu tem aqui perfeito cabimento. Sim, a Ibéria. E pur si muove...". É de pasmar!
Mas outros nomes espantosos enfileiram no rol dos traficantes de países, como foi o caso de Miguel Torga ou Fernando Lopes Graça, um e outro ideológicamente comunistas, António Lobo Antunes, que ninguém sabe se é políticamente um catavento ou Eduardo Lourenço... mas já antes dele o Dr. Teófilo Braga chegou a planificar as bases de uma Federação Ibérica, que teria a capital em Lisboa.
Em entrevista ao Diário de Notícias, publicada em 15 de Julho de 2007, afirmava Saramago: " Não sou profeta, mas Portugal acabará por integrar-se na Espanha!".
Julgo que, não sendo um caso de senilidade provocada pela doença que o minou... será um caso de traição à Pátria que o viu nascer... e lhe permitiu diatribes que a Espanha não lhe toleraria, por muito que ele pense o contrário.
E por falar em traição... dizia o poeta que "TRAIDORES ENTRE OS PORTUGUESES SEMPRE OS HOUVERA..." e sabe-se que Portugal sofreu pela acção nefasta de vários dos seus filhos, alguns ilustres outros menos, mas que usavam o título, imerecido, de PORTUGUESES!
Não se pense que foram apenas o João Fernandes Andeiro ou o Miguel de Vasconcelos a terem a baixa honra de enfileirar na galeria dos grandes traidores, porque através dos séculos de história que tem este País, muitos outros houve. E quando não eram portugueses eram espanhóis ou de outro país qualquer.
Nos últimos anos, por mercê da revolução de Abril, diz-se que Portugal vive em democracia, "porque há liberdade plena" e não há presos por delito de opinião ou política, mas a verdade é bem outra, porque são os próprios que nos governaram - ou governam - a dar provas de que não há democracia em Portugal.
O traidor da Pátria, é aquele que trai a Nação, traindo assim os cidadãos que a constituem. O crime de "traição à Pátria", era, nos séculos XIX e XX, normalmente punido com a pena de morte, por ser julgado como o pior dos crimes. Portanto tal crime, sendo contra o Estado, é desde logo contra a Nação, ou seja, é um crime que objectivamente fere e prejudica todos os cidadãos que constituem uma sociedade organizada em torno de uma cultura, de uma determinada organização social e económica e também de uma língua comum.
De um certo ponto de vista, todo aquele que, por actos ou palavras agir de forma a minar a sociedade, o povo e directa ou indirectamente comprometer o seu futuro, é objectivamente um traidor a essa mesma sociedade. Traidor é aquele que prejudica a sociedade, pondo-a em causa, e prejudicando a sociedade, prejudica individualmente todo e qualquer membro dessa mesma sociedade, sendo o cidadão o principal alvo e a principal vítima da traição.
No que ao antigo Ultramar português respeita, Soares esforçou-se de forma empenhada para que o processo se passasse como se veio a passar. Recorde-se o facto de ele ter afirmado que, caso fosse necessário, mandaria disparar contra os brancos, que fugiam da guerra em Angola! Contrariamente ao que ele diz e à fama que faz gala de se auto-atribuir.
Quando no PREC, o dr. Soares cativava os ingénuos indefesos com promessas de consultas populares, que seriam feitas cá e lá, mas a sua verdadeira intenção era não perguntar nada a ninguém e entregar os territórios ultramarinos a Movimentos umbilicalmente conotados com o estalinismo soviético. Mário Soares foi o executor de um desiderato do Partido Comunista. Foi assim deste personagem toda a responsabilidade pelo que se poderá afirmar ter sido a maior catástrofe nacional, como foi a destruição, traiçoeira e vil, de um ideal eminentemente português... e a sequente mortandade que se seguiu em Angola.
A gravidade deste horror indescritível vem ainda do facto de nunca ninguém ter investido Soares de poderes para dispor de território nacional. Quando reconheceu o direito da Índia sobre Goa, Damão e Diu, depois do Tribunal Internacional de Haia dar razão a Portugal, quanto a direitos sobre os territórios... a quem deu conhecimento que o iria fazer? Limpou os pés aos direitos de soberania de Portugal, talvez não por acaso. Terá sido para o deixarem dar uma voltinha de elefante? O dispôr de Portugal a seu belo prazer jamais seria possível, por muito que invoque a legalidade revolucionária. E já agora... isto não será... traição?

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O PORCO E O CAVALO...


Um fazendeiro colecionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho possuía precisamente esta raça de cavalo.
Passou à acção e de tal modo ele atazanou o vizinho que conseguiu comprar o cavalinho! Estava radiante, porque tinha completado a colecção!
No entanto, um mês depois da compra...o cavalo adoeceu, e ele precisou de mandar chamar o veterinário, que examinou...examinou e disse ao fazendeiro:
- "Bem, o seu cavalo está com uma virose e vai ser preciso que ele tome este medicamento durante os próximos 3 dias! No terceiro dia eu voltarei cá... e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo!", disse o doutor veterinário.
Quando o veterinário falava, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte o fazendeiro e o veterinário deram o medicamento ao cavalo e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse-lhe :
- "Cavalinho... força, amigo! Levanta-te daí, senão ainda vais ser sacrificado!".
No segundo dia, voltaram a dar o medicamento ao animal e tornaram a ir-se embora. O porco voltou a aproximar-se do cavalo e disse-lhe :
- " Vamos lá, querido amigo, toca a levantar senão vais mesmo morrer! Vamos lá, companheiro! Eu ajudo-te a levantar... Upa! É isso mesmo, amigão!".
Quando chegou o terceiro dia, tornaram a dar-lhe o medicamento e o veterinário, depois de o examinar, disse ao fazendeiro:
- "Infelizmente, amanhã vamos ter que sacrificá-lo, pois a maldita virose pode contaminar os outros cavalos!".
Assim que se foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e diz-lhe:
- " Caro amigo e companheiro, vai ser agora ou nunca! Levanta-te imediatamente e coragem! Upa! Upa! Isso, devagarinho, mais um bocadinho...! Óptimo, vamos lá! Um, dois, três, está bom, muito bem... agora mais depressa, vai... Fantástico!Vamos lá a correr, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Amigo... vencestes, Campeão!".
Naquele mesmo instante o dono chegou e mal viu o seu cavalo a correr pelo campo, gritou:
- "Milagre! O meu cavalo curou-se... está melhor! Isto merece que se faça já uma festa...' Vamos lá matar o porco! '"
Frequentemente é isto que nos acontece no trabalho. Sabemos que ninguém procura saber quem foi o funcionário que teve o mérito de um determinado trabalho que foi executado.
O saber viver sem ser reconhecido é quase uma arte. Afinal... quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantas pessoas já nos vieram ajudar a levantar sem que se prove o sabor da gratidão ???
Se algum dia alguém te disser que o teu trabalho não é profissional, lembra-te:
FORAM AMADORES QUE CONSTRUIRAM A ARCA DE NOÉ E PROFISSIONAIS QUE CONSTRUIRAM O TITANIC!
Procura ser uma pessoa de valor, em vez de seres uma pessoa de sucesso

NO MUNDO ASSIM...

NO MUNDO  ASSIM...
era bom viver nesta terra... bonita!