sexta-feira, 11 de junho de 2010

100 anos de República...

Estamos no ano do centenário da instituição da I República, que começou da melhor maneira possível, pois foi preciso matar o Rei e o Herdeiro da Coroa para ousarem dar expressão à imposição de um sistema de governo que lhes dava tanta confiança que tiveram de proibir referendar esse mesmo sistema, não fosse o diabo tecê-las e o Povo, quando interpelado nesse sentido, viesse a decidir querer ter um Soberano como lídimo representante das gentes portuguesas. Porque o Povo sempre teve esperança num Rei que fosse a continuidade das "memórias gloriosas daqueles Reis que foram o império e a fé dilatando", enquando aqueles que professavam as novas doutrinas laicas, republicanas, anticlericais, maçónicas, seguidoras dos ideais da Revolução Francesa de "LIBERDADE, IGUALDADE e FRATERNIDADE" começaram logo por destruír, perseguir, ferir sem dó nem piedade quem se lhes ousasse opôr, como foi o caso de Sidónio Pais.
Assassinato do Presidente Sidónio Pais
A Monarquia suscitou serem dados novos mundos ao mundo... enquanto a República tudo perdeu em nome dessa ideologia republicana. Num passado recente perdeu-se aquilo que os nossos antepassados ousaram trazer à Coroa, como era o caso dos nossos antigos territórios "pelo mundo em pedaços repartidos". Não é por terem acontecido as independências, pois no espírito Português jamais houve a pretensão de poderem perpetuar a presença pela força, sendo a autonomia um caminho que a Coroa preconizava, como um dia aconteceu ao Brasil, que se autonomizou e caminhou por ele próprio... com a benção da Casa Real Portuguesa. Quem esquece ter sido o aventureirismo da Primeira República a levar os Portugueses para a morte em La Lys, nas trincheiras Flandres, na luta contra o poderio alemão? Alguém esquece a forma como, nesses tempos, o Povo morria de fome? Sidónio ainda veio dar alguma esperança... mas a República começou com o Regicídio, logo teria de continuar a matar... e o Presidente é assassinado. Quando se dá o "28 de Maio" o Povo voltou a ter esperança, mas o espírito da Revolução Francesa já tinha decidido que Portugal seria reduzido à sua insignificância, nem que seja necessário entregar também os territórios conquistados pela Monarquia, desde D. Afonso Henriques, aos "Mouros" e aos "Castelhanos"... se a aliança socialista a Espanha não levar a ignomínia à entrega do Condado Portucalense aos "Castelhanos", como alguns "Miguel de Vasconcelos" dos nossos tempos já vêm preconizando.

Manuel Buiça
Eis como acabou um dos assassinos pais da I República

NO MUNDO ASSIM...

NO MUNDO  ASSIM...
era bom viver nesta terra... bonita!