quinta-feira, 29 de agosto de 2013

BEM PREGA O MAROCAS


Não sei se alguém recorda as inacreditáveis pressões e ameaças feitas aqui há uns tempitos pelo Pai da 'Palhaçocracia', Mário Soares, contra o ingénuo Tó Zé Seguro, o inseguro secretário-geral do PS.

Lembrei-me logo daquilo que o mesmo senhor 'Bochechas' afirmou, quando andava a negociar um inimaginável (ao tempo) acordo de coligação governamental com os Democratas Cristãos, pois ele, na altura, precisava de uma bengala onde se apoiar... como hoje acontece, sem que ele se aperceba.

Houve imensas críticas a tal atitude do 'Marocas', e a maior parte delas vinham do próprio partido do Largo do Rato, mas ele lá foi resistindo e defendendo que apenas se limitava a defender os interesses nacionais.
 
 

Mas quero chamar a atenção, sobretudo àqueles que em 1978 não tinham ainda nascido... ou eram apenas adolescentes, que por essas alturas o CDS era desconsiderado por toda a esquerda (e por muitos sectores do próprio PS), dele dizendo ser um partido “fascista”, pois não era como o CDS de hoje, que se pode considerar já um partido democraticamente consagrado e respeitado pelos seus pares.

Estava-se a formar o II Governo Constitucional, que teria como Primeiro Ministro o Dr. Mário Soares e que iria integrar três ministros do CDS, o que deixava muito boa gente de boca à banda, perguntando-se como era isto possível, dados os antecedentes de 'guerrilha' institucional entre os dois partidos. 

Mas hoje, para que não desabituem dos remoques e injeções venenosas do homem da Fundação Mário Soares, continua a ameaçar Seguro com uma cisão no Partido Socialista, se o líder do PS negociasse com os partidos da coligação governamental um 'compromisso de salvação nacional', proposto pelo Presidente da República..

Não era sequer uma coligação de governo e nem impedia a realização de actos eleitorais antecipados, próximos ou futuros, que o Mário Soares vinha exigindo quotidianamente. Era apenas e tão só um acordo que permitiria cumprir as obrigações de Portugal para com os seus credores, obrigações essas subscritas pelo próprio Partido do Marinho.

Em 1978, Soares apelou ao interesse nacional, para defender o seu Governo. Hoje é-lhe indiferente o interesse nacional, pois apenas deseja que o PS esqueça tudo e se fixe apenas na conquista do 'tacho' de São Bento, não olhando a meios para o conseguir.

Pobre País, que está entregue aos vícios de um velho gagá, de um bando de sanguessugas que usam a teoria do moinho de vento como forma de estar na política.

NO MUNDO ASSIM...

NO MUNDO  ASSIM...
era bom viver nesta terra... bonita!