quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

BENVINDO, ANO NOVO... ADEUS, ANO VELHO!

BALANÇO DO ANO QUE ... JÁ PASSOU!

Ao terminar mais um ano,  julgo chegada a  altura para se fazerem balanços, e então avaliamos aquilo que fizemos, o que deixámos para fazer, o que poderia ter saído um pouco melhor, o valor das experiências que vivemos, as nossas relações com os outros, como valorizámos os talentos que nos foram deixados em herança para serem colocados a render...  
Aproveitámos ou não para rebobinar o filme da nossa vida? E como foi o  rever o filme do nosso ano? Procedemos a uma montagem das partes boas, deitando na fogueira  as partes más? Terá havido a coragem de não saltar as más e não as apagar da memória?
Muito daquilo que aprendemos é o fruto de experiências que podemos e devemos  manter na memória para aprender com elas.
 O ano que agora findou  trouxe de tudo um pouco, pois  desafiou os neurónios às pessoas, mas também foi pródigo no carinho prodigalizado e partilhado, de um modo que criou amizades, deu azo a risos e fez-nos acreditar nos sonhos.
Foi um ano que mostrou até à saciedade quanto as aparências nos podem iludir, pois o conceito de Verdade e Mentira confundem-se  completamente.
As chefias ou o gestores de topo nas instituições públicas ou privadas, nos Países ou nas organizações de âmbito europeu ou internacionais, fazem parte da nossa desilusão colectiva, pois não vemos que estejam à altura das responsabilidades que lhes foram cometidas. 
 

 
A Verdade sobre o que podemos esperar no  próximo ano ou nos mais próximos, é deliberadamente  'escondida', mesmo sabendo nós que iremos continuar a saga dos salários baixos, que continua a haver uma enorme exclusão da vida activa, aumenta o índice de emigração, continua a baixar a qualidade de vida e fenecem as expectativas de uma vida com dignidade para uma maioria da população.
Os políticos continuam a não prestar contas pelas alterações introduzidas nos seus programas de campanha, pela alteração das regras do jogo, pela ficção e pela propaganda com que iludem os cidadãos. 
Também os gestores financeiros nada têm feito para melhorar as coisas num momento de crise, porque estão à vontade para pensarem unicamente nos lucros que auferem, já que   são responsabilizados por nada, mesmo que errem.
Aquilo que os move é esperar que os cidadãos aguentem a crise, pois o resto...
Digamos que foi um ano de coisas extraordinárias, especialmente rico em acontecimentos, como o foi a renúncia do Papa Bento XVI e a eleição do Papa Francisco I, para citar as coisas mais importantes no panorama religioso, mesmo que outros acontecimentos mereçam enfileirar na listagem das coisas 'boas' e 'más', como é exemplo o falecimento do grande Nelson Mandela, o  'Madiba' ou o Homem que entrou na história de uma forma que jamais o mundo o esquecerá.

 
Não vou ser fastidioso neste segundo dia do Novo Ano eu agora se iniciou, mas vou aproveitar o ensejo para desejar a todos um ano de 2014 pleno de realizações dos desejos mais profundos, esperando que ele traga saúde e toda a coragem para enfrentar os desafios que o quotidiano nos irá trazer!
Fazer juízos do ano até é fácil (?) para quem procura ser amante da Verdade e inimigo da Mentira, mas essa facilidade apenas nos trará cada vez mais responsabilidades para o ano que agora nasceu.
 
 
 

NO MUNDO ASSIM...

NO MUNDO  ASSIM...
era bom viver nesta terra... bonita!