sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

RECORDANDO OUTROS NATAIS...

Antigamente, nos meus tempos de miúdo, passava tempos infindáveis a ver o Presépio movimentado que se fazia no Convento da Portela, por iniciativa dos Irmãos da Ordem Terceira de São Francisco.
Era uma autêntica aula de técnicas artesanais aquela que se praticava ali, assistindo eu, deleitado, ao aparecimento de um autêntico delumbramento nos milhares de metros de cordas e cordinhas, paus e pausinhos, rodas e roldanas que iriam movimentar todas as figuras que constituíam o Presépio, não faltando os fios eléctricos para fornecer energia e luz a todo o conjunto. Numa ranhura metia-se uma simples moeda... e tudo era luz e movimento! Os miúdos ficavam de boca aberta... os mais velhos davam os parabéns ao trabalho apresentado... os mais idosos acabavam por soltar uma lágrima por aquela maravilha! 
Mas tudo tem o seu fim... e o Presépio movimentado dos Franciscanos de Leiria também acabou, infelizmente!

Mas ninguém pense que era só o Presépio dos Franciscanos a marcar o Natal em Leiria! Também havia o Natal do Sinaleiro, que acabava por ser um agradecimento àqueles infatigáveis Polícias que dirigiam o trânsito de forma exemplar, sempre com um sorriso de boa disposição, um conselho amigo para toda a gente que circulava na cidade... especialmente naqueles dias mais agitados dos dias de Mercado semanal.
Ao redor da pianha onde os homens da PSP desenvolviam os seu mister, via-se então o penhor da amizade que era merecida pelos Guardas Viola,  Matias,  Manuel, ou por qualquer outro que calhasse estar de serviço nesse períodos, pois se as prendas eram muitas,  as mensagens de incentivo deixadas ainda eram mais. Bons tempos... que acabaram quando os semáforos começaram a substituír os Homens da PSP que faziam um trabalho... insubstituível.
É com esta pequena recordação de duas situações de Natal em Leiria que vou terminar, mas não o faço sem deixar para os meus Amigos, Leirienses ou não,  Leitores ou não tanto, os votos sinceros de


quinta-feira, 22 de maio de 2014

O DIA DE LEIRIA...


Hoje, minha cidade saudosa, há tantos a falar de ti! Falam de como crescestes, te soubestes modernizar, vencer obstáculos que te eram suscitados pelo facto de a humildade das tuas gentes não comportar uma ostentação que é mãe de tantas invejas... ainda que pareça nada ter isto a ver com aquilo que hoje comemoras: A DATA DO TEU FORAL COMO CIDADE E A CRIAÇÃO DA  DIOCESE QUE HOJE ÉS!
Leiria é cidade muito antiga, cujos vestígios apontam para a existência de uma povoação na época dos romanos. Os Suevos ocuparam-na em 414. Caiu em poder de D. Afonso Henriques em 1134, que a conquistou aos Mouros e mandou reconstruir o castelo e as muralhas. Recebeu foral do mesmo rei, em 1142, e de D. Sancho I, em 1195, sendo elevada a cidade, em 1545, por D. João III.
A Diocese de Leiria foi criada em 22 de maio de 1545 pela bula “Pro excellenti apostolicae sedis”,  do Papa Paulo III, sendo erigida a Igreja de Santa Maria da Pena  como Catedral.
Na mesma data, pela bula “Decet Romanum Pontificem”, foram aplicadas à nova catedral de Leiria e ao seu primeiro Bispo, Frei Brás de Barros, as rendas que o mosteiro e o prior-mor de Santa Cruz ali detinham .
Depois deste 'desabafo' histórico... gostaria de te congratular, Leiria, por teres 'renovado ' o teu aspecto, ainda que não perceba muito bem porque alguém teimou em te dar expansão territorial antes de cuidar das tuas feridas abertas pelo tempo, deixando aos amigos que te visitam a sensação de estares a caminhar para a derradeira etapa, que seria a ruína total. Como exemplo... e são tantos que nem sei por onde começar, o que fizeram à tua Rua Barão de Viamonte, a bem conhecida 'Rua Direita'?
No solar dos  Ataíde, graças à 'generosidade' de uma entidade bancária, encontrou-se uma solução de compromisso que veio a salvar aquele património, mas a antiga Repartição de Finanças, a antiga sede da Associação de Futebol de Leiria, a antiga oficina do 'Sr. Afonso das Bicicletas', a Igreja da Misericórdia... é melhor não apontar mais 'casos', pois Leiria  é fértil em locais passíveis de receber uma equipa de arqueologia que possa classificar desde logo os achados que sejam encontrados naquela estação, e até estou a ver lá postado que as ruínas foram provocadas por incúria e desleixo e jamais por motivos naturais.  
 
Até um "simples foral sem qualquer interesse"... para alguém que não sinta a cidade, foi parar  a Évora, sabe-se lá porquê:
Foi encontrado o Foral Manuelino de Leiria, datado de 1 de maio de 1510, quando se julgava haver sido perdida a hipótese de alguma vez voltar a ser visto  qualquer exemplar deste manuscrito. Felizmente, um dos códices, foi descoberto em Évora, no Palácio da Duquesa de Cadaval, através dos dados apresentados pelo historiador Leiriense, Saul António Gomes, que afirmou que a descoberta “constitui, nos anais leirienses, um acontecimento historiográfico e patrimonial bibliográfico”.
No fólio 1 do foral, pode ler-se:
“Dom Manuel per graça de deus Rey de Portugal e dos Algarves daquém e dalem mar em Africa, senhor de Guine e da conquista e navegação e comerciod’Etiopis, Arabia, Persia e da India. A quamtos esta nosa carta de foral dado aa nosa villa de Leiria virem fazemos saber que per bem das diligencias isames e imquiriçoes que em nossos regnos e senhorios mandamos geralmente fazer pera justificaçom e decraraçom dos foraes deles e pera alguas sentenças e detriminaçoes que com os do nosso comselho e letrados pasamos e fizemos acordamos visto ho…”
Esperamos que as feridas que em ti foram provocadas, ao longo dos tempos, não faça perecer a importância de poderes celebrar o teu Dia com toda a dignidade que mereces, minha cidade saudosa!
Parabéns, Leiria!
 
 
 

domingo, 4 de maio de 2014

LEIRIA... CIDADE DE ENCANTOS MIL...

O Parque da Cidade de Leiria, 
é, desde tempos imemoriais,
um local pleno de encantos mil
capaz de extasiar  sempre mais,
a memória à Mulher leiriense,
contida na estátua deslumbrante
que convida a que se pense,
que pode mostrar a cada instante
a enorme nobreza de um Povo
que presta justo culto à Mulher,
cuja coragem sentimos de novo
ser maior que outra qualquer!
E nesta cidade, de encantos mil,
onde o Homem sente ser feliz
olhando o céu, de cor anil,
reflectido nas águas do calmo Lis,
os dias passam em calmaria
embalados pelo terno marulhar
que ecoa por toda a Leiria,
uma terra para se viver e sonhar.
E quando a não posso ver,
porque a vida nos quiz separar,
jamais Leiria será para esquecer
sentindo que sempre a irei amar.

Poema de Victor Elias
 


segunda-feira, 21 de abril de 2014

TEMPOS PASCAIS... DE ONTEM E DE HOJE

Quando era criança, recordo-o com saudade, ansiava pela chegada da Páscoa, porque os folares que as madrinhas davam aos seus jovens afilhados eram por demais apelativos, em nada consentâneos com a vertente religiosa da data, porque 'valores mais... doces... se levantavam.'
Quando se passava pela velha Rua do Barão de Viamonte, também conhecida por Rua Direita,  os olhos saltavam das órbitras ao contemplar a montra da 'Mercantil', que o senhor Marcelino tão pacientemente, e com um esmero inaudito, preenchia de maravilhosas amêndoas 'confeitas', que deixavam o ar perfumado com aquele cheirinho que se soltava das pequenas - e grandes - bolinhas coloridas, dos 'nenés' artísticos  das amêndoas com licor... uma tentação!
 
As árvores plantadas junto à Sé eram para nós, miúdos, uma indicação de estar a Páscoa para chegar, pois as velhas jacarandá enchiam-se de flores lilases... que caíam em profusão em dia de Sexta Feira Santa. Sempre achei premonitório o facto de serem flores lilás, assim como se fosse uma espécie de luto aligeirado porque Cristo tinha sido crucificado, morto e sepultado... mas o aligeiramento teria a ver com o facto de Ele haver ressuscitado!
Quem é miúdo não pensa muito nessas coisas, mas o tempo passa de forma inexorável... e então percebemos quão efémeros são os juízos que se fazem na infância e adolescência, porque ter alguém que nos quer tanto que  dá a própria vida por Amor ao Próximo deixa-nos pensativos... talvez porque nunca teremos pensado para além das amêndoas, do folar, do cheiro que perfuma o ar da Rua Direita e de todos os locais onde a Páscoa se faz olfactiva ou visualmente nas montras dos estabelecimentos, pois os jovens de todos os tempos dão pouca importância  a estas coisas de Deus e da alma,  porque não lhes adoçam a boca, dizem.
Na tarde de Domingo de Páscoa, na minha meninice, era uma alegria receber Cristo Crucificado, transportado pelo senhor Lima, o Sacristão da Sé, que acompanha o senhor Prior que anuncia, perante Aleluias, que Cristo Ressuscitou!
Lá está... vêm dizer a minha casa que Cristo Ressuscitou... mas trazem a imagem d'Ele pregado na Cruz! Nunca percebi bem o porquê, mas é tudo uma questão de fé... e as crianças andam a aprender o que é isso, para depois concluírem, adolescentes e jovens rapazes, que a Fé é algo que se não explica, pois é para ser vivida!
Mesmo assim, com toda a Fé do mundo vos digo
'CRISTO, NOSSA PÁSCOA, RESSUSCITOU DOS MORTOS E ESTÁ SENTADO À DIREITA DO PAI! ALEGREMO-NOS E REJUBILEMOS, PORQUE ATÉ NÓS CHEGOU A SALVAÇÃO!'

segunda-feira, 17 de março de 2014

DIA DO PAI.. DIA DE SÃO JOSÉ

RECORDAÇÃO

Tantas saudades de ti, querido Pai...
saudades de te ouvir e abraçar...
saudades enormes dos teus afagos
e do teu tão meigo sorrir...
Tenho saudades  do teu rosto,
da ternura enorme do teu olhar...
...saudades de ouvir a tua voz serena
quando falavas em tom coloquial
saudades de te ver trabalhando...
saudades de te ver rir
tristeza por não te ver envelhecer...
É engraçado que olhando no espelho
pareceu ver nele reflectida
a tua imagem, que me  é tão querida!
Deus levou-te para junto da Mãe
e espero que ambos protejam
aqueles que vos foram queridos!
Como gostava de te ver, mesmo a sonhar,
que povoasses os meus sonhos, ó Pai,
e fosses sempre a eterna verdade
de quem vive soltando um ai
 saído de um coração que é tem saudade...
uma lágrima rola no rosto, mesmo a sonhar...
...mas não será bonito o homem chorar.
 
Poema de Victor Elias
para o Dia do Pai 2014
 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

REFLECTIR... VALE A PENA?

 
Um dia tive a dita de nascer - algumas vezes pode  pensar-se em desdita - na minha sempre adorada cidade de Leiria, uma urbe que parece ter renascido da Fénix... mesmo que tenha perdido a exuberância que tanto a caracterizou ao longo de muitos anos. Nasci sobre a protecção do Castelo, que também saiu da ruína que o chegou a prostrar, mas logo alguém pensou e reerguer aquelas torres, em refazer as suas muralhas... apesar de não haver conseguido reconstituir várias componentes desse baluarte de defesa da Cidade, entre eles a Igreja de Nossa Senhora da Pena, que apenas está referenciada para que os visitantes a possam identificar.
 Na pintura acima reproduzida tenho a certeza que o autor se lembrou da bilha da Capelinha de São Jorge, colocada no nicho por São Nuno de Santa Maria, ou Nuno Álvares Pereira, o Herói de Aljubarrota que, depois da sede que ele e os seus homens sofreram aquando da batalha travada com Castela, quis prover os viandantes de um pouco de água fresca, para mitigar a sede na sua viagem.


Em Leiria há uma cultura de extremos, bastando para isso que se compulsem as histórias do teatro na cidade, as companhias profissionais ou amadoras, as pianistas e bailarinas que ensinaram a sua arte, tal como os cavaleiros e toureiros que existiram... e não deixaram grandes descendências artísticas, porque ser cavaleiro exigia uma boa quadra de cavalos... e os cavalos motor de um bom automóvel foram melhor chamariz para os candidatos a diestros. Se nem sequer houve interesse em devolver à cidade a demolida Praça de Touros, que chegou a ser ponto de encontro dos leirienses...
E que dizer do Teatro Dona Maria Pia? A saga que foi 'representada' após a demolição compulsiva de uma jóia da Arte de Talma, é digna de palmas, muitas palmas, chamadas ao palco e tudo o que é uso fazer-se num grande êxito que acaba de ser representado, pois a peça 'A DEMOLIÇÃO DO MARIA PIA', em muitos actos, milhentos de quadros e que fez correr lágrimas de dôr (aos leirienses), de alegria (aos aproveitadores da ingenuidade de José Lúcio da Silva) pelas incidências do espectáculo degradante de se ter de recorrer a um barracão para calar a boca ao Povo, projectando cinema durante 15 anos como INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS de algo que era a chacota do Povo da cidade do Lis.
Junto à Catedral, como não podia deixar de ser, procuram-se curar as feridas, que o famigerado 'Projecto POLIS' acabou por deixar, porque as escolhas dos bens a sofrer intervenção não foram bem escolhidos, uma vez que não se estabeleceu uma proridade capaz de não 'ferir' os sentimentos dos Leirienses, que se haviam habituado a ter um tipo de cidade que agora se descaracterizava por completo!
Quem olha para este monumento à ruína, num local que foi escolhido para zona de convívio da 'city', como é o caso do 'Terreiro', por certo fica alarmado com o estado calamitoso a que o Estado deixou chegar um edifício onde funcionavam os serviços de Finanças de Leiria... e que foi Tribunal do Trabalho.
 Pelo mesmo caminho têm seguido a oficina do saudoso Afonso das Bicicletas, a antiga Associação de Futebol de Leiria e estúdio do Fabião, o prédio da Tinturaria Americana ou o do Hingá. Salva-se o edifício da antiga 'Pharmacia Paiva'... não se sabe bem como!
Passear na Rua Direita ou Barão de Viamonte, como lhe queiram chamar, faz doer a alma, mesmo que algumas coisas tenham sofrido obras de...REMEDIAÇÃO!
Até quando, Leiria?
 
 


sábado, 11 de janeiro de 2014

MÃE: NUNCA PARTISTES...

Dia quinze faz muitos anos
que tivestes de te ausentar,
e  teus filhos sempre ufanos
sabiam que ias voltar...
...tinhas ido visitar
os teus Amigos do céu,
e com tanto para conversar,
vês como o tempo correu?
Mas ficámos confortados
sabendo para onde tu ias...
...os anos já estão passados,
mas para nós... tu não morrias!
Fostes apenas descansar,
até que um dia o Pai
tratou de te ir procurar,
pois partistes sem dar um ai...
e mesmo não regressando
sabemos que nunca partistes...
 o coração continua amando...
porque tu ainda existes
para todos os filhos teus
que sabem que não partistes
porque os esperas nos Céus!
Dia quinze é dia de anos
de alguém que tanto se ama...
...e neste mundo de enganos
conforta-nos a tua chama
que arde perpetuamente
alimentada pela saudade
que quem te ama agora sente
pois és tu,  Mãe, a felicidade!
Foi o dia em que seguistes
os caminhos da tua vida...
mas Mãe, nunca partistes,
e sempre serás Mãe querida!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

BENVINDO, ANO NOVO... ADEUS, ANO VELHO!

BALANÇO DO ANO QUE ... JÁ PASSOU!

Ao terminar mais um ano,  julgo chegada a  altura para se fazerem balanços, e então avaliamos aquilo que fizemos, o que deixámos para fazer, o que poderia ter saído um pouco melhor, o valor das experiências que vivemos, as nossas relações com os outros, como valorizámos os talentos que nos foram deixados em herança para serem colocados a render...  
Aproveitámos ou não para rebobinar o filme da nossa vida? E como foi o  rever o filme do nosso ano? Procedemos a uma montagem das partes boas, deitando na fogueira  as partes más? Terá havido a coragem de não saltar as más e não as apagar da memória?
Muito daquilo que aprendemos é o fruto de experiências que podemos e devemos  manter na memória para aprender com elas.
 O ano que agora findou  trouxe de tudo um pouco, pois  desafiou os neurónios às pessoas, mas também foi pródigo no carinho prodigalizado e partilhado, de um modo que criou amizades, deu azo a risos e fez-nos acreditar nos sonhos.
Foi um ano que mostrou até à saciedade quanto as aparências nos podem iludir, pois o conceito de Verdade e Mentira confundem-se  completamente.
As chefias ou o gestores de topo nas instituições públicas ou privadas, nos Países ou nas organizações de âmbito europeu ou internacionais, fazem parte da nossa desilusão colectiva, pois não vemos que estejam à altura das responsabilidades que lhes foram cometidas. 
 

 
A Verdade sobre o que podemos esperar no  próximo ano ou nos mais próximos, é deliberadamente  'escondida', mesmo sabendo nós que iremos continuar a saga dos salários baixos, que continua a haver uma enorme exclusão da vida activa, aumenta o índice de emigração, continua a baixar a qualidade de vida e fenecem as expectativas de uma vida com dignidade para uma maioria da população.
Os políticos continuam a não prestar contas pelas alterações introduzidas nos seus programas de campanha, pela alteração das regras do jogo, pela ficção e pela propaganda com que iludem os cidadãos. 
Também os gestores financeiros nada têm feito para melhorar as coisas num momento de crise, porque estão à vontade para pensarem unicamente nos lucros que auferem, já que   são responsabilizados por nada, mesmo que errem.
Aquilo que os move é esperar que os cidadãos aguentem a crise, pois o resto...
Digamos que foi um ano de coisas extraordinárias, especialmente rico em acontecimentos, como o foi a renúncia do Papa Bento XVI e a eleição do Papa Francisco I, para citar as coisas mais importantes no panorama religioso, mesmo que outros acontecimentos mereçam enfileirar na listagem das coisas 'boas' e 'más', como é exemplo o falecimento do grande Nelson Mandela, o  'Madiba' ou o Homem que entrou na história de uma forma que jamais o mundo o esquecerá.

 
Não vou ser fastidioso neste segundo dia do Novo Ano eu agora se iniciou, mas vou aproveitar o ensejo para desejar a todos um ano de 2014 pleno de realizações dos desejos mais profundos, esperando que ele traga saúde e toda a coragem para enfrentar os desafios que o quotidiano nos irá trazer!
Fazer juízos do ano até é fácil (?) para quem procura ser amante da Verdade e inimigo da Mentira, mas essa facilidade apenas nos trará cada vez mais responsabilidades para o ano que agora nasceu.
 
 
 

NO MUNDO ASSIM...

NO MUNDO  ASSIM...
era bom viver nesta terra... bonita!