sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

MAIS UMA VEZ A ESPERANÇA... É NATAL!

Nestes tempos em que esperamos, ávidos, a vinda do Salvador, Jesus Cristo, façamos da esperança um factor de FÉ, e de CARIDADE, dando àquele que nos é próximo a prenda de um SORRISO!

sábado, 1 de dezembro de 2012

DIA DA INDEPENDÊNCIA

No dia 1 de Dezembro de 1640, terminava um nefasto período de 60 anos em que o Reino de Portugal se viu governado pela Coroa espanhola da dinastia de origem austríaca dos Habsburgos. Depois de 60 anos de ocupação castelhana, veio o fim do reinado de D.Filipe III (conhecido como Felipe IV de Espanha).
Terminava a dinastia que ficou conhecida como 'Filipina' em virtude de todos os monarcas que a constituiram se chamarem Filipe.
Quando na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, o jovem Rei D. Sebastião foi derrotado pelas forças mouras que se lhe opunham, Portugal ficou sem rei nem sequer sucessor ao trono, que foi ocupado, durante dois anos, pelo seu tio-avô, o chamado Cardeal-Rei D. Henrique.
No entanto havia os  direitos de Filipe-II de Castela (o monarca Habsburgo era primo de D. Sebastião e portanto neto de D. João III) por um lado e o seu dinheiro por outro, que levaram a que grande parte da nobreza portuguesa aceitasse o domínio de um rei estrangeiro.
 A monarquia dos Habsburgo controlava inúmeros estados, todos eles separados entre si e Portugal não era diferente da Catalunha, da Flandres, de Castela, de Navarra, de Nápoles ou de Valência, mas cada um desses países era independente dos outros.
A monarquia dos Habsburgo, era provavelmente mais parecida com uma União 'Monárquica' Europeia, do que com um país, mas essa completa separação de estados 'ligados' uns aos outros por frágeis 'linhas de alinhavar', era considerada como o calcanhar de Aquiles da monarquia, acabando por ser a principal razão da sua decadência.
Pretendendo evitar a fricção continua existente entre os vários reinos, principados, e regiões, a solução encontrada passava pela submissão de todos a um único rei detentor de um governo único, levando a que fosse imposta uma politica de administração central que conflituava com os direitos que haviam sido jurados pelo monarca em cada um dos reinos da coroa.
É assim que, no caso português, nas corte de Tomar realizadas em 1581, D. Filipe I, (Felipe-II em Castela) prestou juramento como rei de Portugal, mas o neto, Filipe-III (Felipe-IV de Castela) fez letra morta dos juramento do seu avô, levando a que, jurídicamente, a violação do juramento feito por Filipe I, em 1581, nas cortes de Tomat, Filipe III houvesse perdido legitimidade para governar Portugal, pois essa mesma legitimidade dependia do cumprimento das obrigações a que estava obrigado por juramento.
Mal desponta o dia 1 de Dezembro de 1640, cerca de 40 nobres portugueses, conhecidos por "conjurados", entram no palácio real do Paço da Ribeira e rápidamente submetem a guarda. Procuram o secretário de estado Miguel de Vasconcelos, que executam, e obrigam pela força a duquesa de Mântua, no cargo de Vice-Rei, a ordenar a rendição das forças castelhanas acantonadas no castelo de São Jorge e nas fortalezas que defendem o rio Tejo.
 
Conduzida e executada pela nobreza portuguesa, a revolução teve aceitação total. Em todo o país, mal foi conhecida a boa nova da destituição da duquesa e do fim do domínio dos Habsburgos, há movimentações de regozijo. Várias cidades do país declaram o seu apoio a D. João IV.
O duque de Bragança chega a Lisboa no dia 6 de Dezembro para ser aclamado rei. Nas duas semanas que se seguem, todo o país, nobres e municípios, se declara apoiante de D. João IV.
A revolta acontecida em Portugal, no 1º. dia de Dezembro de 1640, deu ao Povo português a noção daquilo que vale a sua independência, não acreditando eu que uma qualquer 'tróika' de cariz económico, que quer vencer Portugal de forma aviltante, utilizando o poder do dinheiro para tentar subjugar a nossa vontade, terá de ser a resposta contínua aos que de fora nos querem impôr regras atentatórias da nossa liberdade.
O Governo português, fiel depositário dos desejos de 'ocupação' das nossas consciências por parte das 'tróikas' que nos vão angustiando, parece querer vencer os Portugueses pela destruição dos valores pátrios mais queridos, cortando o feriado do Dia da Independência!
Mas os Portugueses não desarmam e continuam a gritar: "ARRAIAL... ARRAIAL... ARRAIAL POR SANTA MARIA,  D. NUNO, PELO POVO E INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL!". 

sábado, 17 de novembro de 2012

ATÉ QUANDO, LEIRIA?


Nesta fotografia há dois ex-libris da cidade bem visiveis, pois o terceiro apenas nos é sugerido pela esquina bem à direita na foto. Desculpem aqueles que me lêem, mas estou a induzir-vos em erro, porque ex-libris podem ser o edifício da antiga Associação de Futebol de Leiria ou o edifício onde funcionou a oficina de bicicletas e motorizadas do saudoso 'Sr. Afonso das Bicicletas'. É uma tristeza alguém aceder à 'net' e encontrar fotografias a comprovarem o desleixo demonstrado por uma certa maneira de ser e estar como autarca , que veio deixar a cidade num estado caótico em termos de 'zona histórica', porquanto apenas se mostrou 'obra feita' na extensão de Leiria para além dos seus Arrabaldes.
  
A Rua Barão de Viamonte, a velhinha 'Rua Direita', precisa mesmo de uma intervenção cuidada e capaz de lhe devolver alguma da dignidade que em tempos ostentou.
Morava eu na Rua Alfredo Keil nos meus tempos de criança. Quando saía a porta de casa tinha duas opções: Subia as escadinhas de Santo Estevão, que se iniciavam à porta de casa, ou descia a Travessa da Paz e estava no Terreiro. Aliás, era este o meu caminho para a catequese, com paragem frente à montra da Mercantil do Sr. Marcelino, para vêr as guloseimas que ele lá expunha, sei lá se para provocar a garotada ou levar os seminaristas, que ali passavam para a Missa do meio dia, a experimentarem a tentação da gula.
No regresso a casa, ficava um bocado na Congregação Mariana, mesmo ao lado da loja que o senhor Bandeira tinha no edifício do 'Correio Velho', onde funcionou a Protecção às Raparigas. 
Entrei algumas vezes neste prédio, onde morava o João Ruano dos plásticos ou o Inspector Escolar, Professor Guerra e sua esposa, a Professora Dona Teresa, além de outras pessoas amigas e conhecidas, algumas delas meus companheiros de escola. No piso térreo funcionava a Sociedade de Paralelipípedos do Sul e os escritórios da Vinícola da família Marques da Cruz.
 
A casa do Hingá e da Tipografia do Carlos Silva ou a Rua da Vitória... não mereceriam uma intervenção que as fizesse merecerem situar-se num local que até deveria ser cartão de visita, como é o Largo da Sé?
Estou em crêr que dentro em pouco teremos uma Leiria totalmente renovada... mas muitos dos que a viram caída aos bocados, como se o fosse em desgraça, nunca deixarão de comentar que alguém deixou a cidade de rastos... e isso dói.
 
A Farmácia Lino até ficou bonita, não acham? Julgo que será o caminho certo para recuperar esta nossa Leiria... mas sabemos bem que a Câmara não tem dinheiro! Acontece que um pouco hoje e outro amanhã... talvez permita restituír a Leiria um pouco daquilo que perdeu nos últimos anos!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

É TEMPO DE BRUXAS... E DE BRUXOS...

 
...MAS NÃO JÁ DAS ABÓBORAS DE OUTRORA, PORQUE ESTAS TÊM MAIS UTILIDADE NO MATAR DA FOME QUE GRASSA ENTRE UMA POPULAÇÃO QUE NÃO COMPREENDE O PORQUÊ DE A DESGRAÇA LHES BATER À PORTA PRECISAMENTE NO TEMPO EM QUE O  'BOSS' SOCIALISTA VAI INFORMANDO AS MASSAS QUE  'HÁ PÃO NA PRAÇA PARA DAR E VENDER', PARODIANDO A CELEBRADA DEU-LA-DEU MARTINS QUANDO DA DEFESA DE MONÇÃO, ATACADA POR CASTELA.
O agora 'estudante' - até que enfim... - na cosmopolita Paris, de seu nome José, porque Sócrates é pomposo demais para um demagogo e sugador, fiel seguidor do seu gurú Mário, que será a verdadeira máscara de Halloween deste ano da desgraça de 2012, que tanto vai custando ao Povo, deve rir-se com a ingenuidade portuguesa. As ideias 'Jeovatinas' que a mamã aprendeu nos salões do reino, foram-lhe muito úteis, razão para a alta pensão de reforma da matrona. 
 
 
É que não se compreende como pode dormir descansado o homem culpado de tantas desgraças que se têm abatido sobre a Pátria portuguesa, mercê de uma desmedida ambição em enriquecer à custa do erário público, de  uma falta de patriotismo gritante que lhe vem do ódio visceral que lhe foi legado pelo padre que um dia teve a infeliz ideia de o 'botar' ao mundo, no concumbinato havido com a excelsa senhora que teve a lata de ser a 'amásia' do padre confessor da paróquia das Cortes. Este é o Halloween de um Povo que já não aguenta as bochechas de abóbora quanto mais as do Mário.  
 
Bem sabemos que o Mário que conhecemos não é o mesmo que mandava os GNR saírem da frente, que mandava que o Governo pagasse as multas da sua pressa em ir para os Halloween gastronómicos do Partido de que é sócio fundador... utilizando um carro pago pelo Povo, conduzido por um homem pago pelo Povo, como se não bastasse tudo aquilo com que ele se 'afiambrou' nos tempos em que até viagens ao país dos diamantes o erário público lhe pagou!
Será que foi aprender como se faz o Halloween? Depois era o António da Calçada que depauperava as finanças portuguesas?
Que este venha assombrar os dias daqueles que pensam que o Halloween mete medo ao Povo, que continua a ser sereno, como dizia o Almirante Pinheiro de Azevedo.
FELIZ HALLOWEEN PARA TODOS OS PORTUGUESES VERDADEIROS...

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O CINCO DE OUTUBRO DE 1910...


 Na noite de 4 para 5 de Outubro de 1910 começou em Lisboa um movimento revolucionário, que acabou na implantação e proclamação da República em Portugal.
O rei D. Manuel II oferecera , nessa noite e no Palácio das Necessidades, um banquete em honra do Dr. Afonso Pena, Presidente da República do Brasil, sendo o Rei português surpreendido pelo acontecimento inesperado.
Enquanto o ilustre visitante, deveras assustado com o tiroteio, correu a procurar refugio no seu navio 'São Paulo', o Rei manteve-se no palácio, tentando contactar o seu Governo.
Foi então que soube terem diversos Regimentos, entre os quais Artilharia 1, aderido ao movimento. No Regimento de Infantaria 16, houve também alguns aderentes que, depois de abertas as portas aos civis, mataram o Comandante, Coronel Pedro Celestino da Costa e o Capitão Barros, acabando então por sair para a rua a dar vivas à república e a dirigirem-se ao quartel de Artilharia 1, onde as portas também haviam sido franqueadas ao Povo. Este Regimento foi o centro da revolução, que se veio a estender para o Bairro de Alcântara.
Um grupo de civis dirigiu-se ao Quartel da Armada, bem perto do Palácio das Necessidades, e juntaram-se aos marujos que os aguardavam, acabando por ferir o Comandante do Corpo de Marinheiros, que procurou, debalde, suster a rebelião.
Nesse interim, a comissão revolucionária reunia-se em casa de Inocêncio Camacho. A revolução alastrava por todos os lados, quer nas unidades Militares quer nas ruas. Havia bastantes civis armados que se batiam corajosamente, enquanto do lado do Governo havia apenas indecisões, pois não se tomavam medidas concretas.
Apenas o Capitão Paiva Couceiro, com os seus Soldados, ia aparecendo aqui e ali, para dar combate aos revoltosos. O tiroteio continuava, cada vez mais vivo. O Governo, estava completamente desorientado e pediu telefónicamente a D. Manuel II para que se retirasse para Mafra, onde se lhe iria juntar a Rainha-mãe, D. Amélia de Orleans e Bragança, que se encontrava no Palácio da Pena, em Sintra.
Pelas duas horas da tarde chegou a Mafra a notícia de que teria sido proclamada a República em Lisboa, tendo sido constituído um Governo provisório, presidido pelo Dr. Teófilo Braga.
A revolução Republicana acabara por triunfar... e a Família Real dirigiu-se à Ericeira e embarcou para Gibraltar num barco de guerra inglês que os transportou para o exílio, em Inglaterra.
A revolução estendeu-se a todo o País, pelo que, dentro em pouco e sem grandes resistências, a República acabou proclamada em todas as capitais de distrito.
Tudo começou e se precipitou no reinado do Rei D. Carlos.
No sistema governativo que o liberalismo havia implantado em Portugal, o "rei reinava mas não governava". O poder legislativo, representado pelo Parlamento, dominava o poder executivo e reduziu ao rei a simples chefe da Nação, mas chefe sem iniciativa alguma. O seu papel limitava-se a chamar os ministros ao poder, de harmonia com as indicações parlamentares.
As lutas partidárias haviam, porém, comprometido o regime e lançado sobre ele o descrédito, visto que os partidos, envolvidos em contendas, cuidavam mais dos seus interesses do que dos interesses de Portugal e não tomavam as medidas que o país exigia.
O rei D. Carlos, que via com desgosto esta situação, resolveu intervir e entrar no caminho das reformas que lhe pareciam urgentes. Para isso fechou o Parlamento e chamou ao poder João Franco, que se solidarizou com ele e iniciou a luta contra as instituições parlamentares. Os primeiros decretos ditatoriais, apesar da sua importância, provocaram ataques violentos contra o Governo.

Os partidos, afastados do poder, iniciaram uma verdadeira luta contra a ditadura franquista, enquanto os republicanos, favorecidos pela situação, aproveitavam o momento para conquistar novos adeptos entre os descontentes.
Os ódios avolumaram-se e levaram a uma conjura revolucionária em 28 de Janeiro de 1908. Esta conjura foi descoberta pela polícia, que prendeu numerosos republicanos de vulto. O desespero dos vencidos extravasou e arrastou-os a uma acção hedionda.
 No dia 1º de Fevereiro desse ano, quando a Família Real desembarcava no Terreiro do Paço (Lisboa), vinda de Vila Viçosa (Alentejo), o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe, foram abatidos por um grupo de criminosos, que ainda feriram também o infante D. Manuel (mais tarde rei). Este crime monstruoso interrompeu bruscamente o reinado de D. Carlos I, tão glorioso nos faustos nacionais.
Subiu então ao trono o infante D. Manuel, na altura apenas com 19 anos e que nunca sonhara vir a ser rei. Sem experiência política, aceitou a solução que lhe foi imposta, demitiu João Franco e organizou um ministério de concentração, com homens recrutados em todos os partidos.
Mas os ministros, porém, não deram importância às eleições que se realizaram.
O resultado foi dividirem-se as opiniões, com o que ganharam apenas os republicanos, que enviaram ao Parlamento numerosos deputados. Renovaram-se as lutas partidárias e voltou-se à situação anterior. A administração do país tornou-se cada vez mais precária, a anarquia mais intensa, a desorganização mais clara e deplorável. D. Manuel II procurou baldadamente deter a derrocada que ameaçava a Monarquia. E como o problema social se agravara, tentou melhorar a situação dos operários, pensou na criação de uma Repartição do Trabalho, chamou a Portugal o sociólogo Leão Poindard para estudar a vida do país e propor as medidas a adoptar.
Estas iniciativas e outras a que se consagrou não acalmaram os espíritos nem diminuíram o mau-estar da sociedade portuguesa. Os republicanos intensificaram a propaganda, multiplicaram as sociedades secretas, conquistaram adeptos nos meios militares e civis, compraram armamento e prepararam-se para a revolução.
 No dia 5 de Outubro de 1910 foi implantada a República Portuguesa.

sábado, 15 de setembro de 2012

SONHAR CONTIGO, CIDADE...

 
Não sei onde fui buscar tal ideia, mas sonhei que andava a jogar à bola, juntamente com o Calita, o Rui Macareno, o Luis 'Bucha', os irmãos António e Alfredo Loureiro, o Franklim Rucha, e outros,  no primitivo Estádio Municipal de Leiria, uma infraestrutura em terra batida, com uns pilaretes em volta, uns cabos de aço a servir de vedação, uma lotação fabulosa, pois levava aqueles que quizessem ir ao Estádio, onde se treinava e jogavam grandes partidas dos Campeonatos Distritais entre o desaparecido Sporting Clube Leiriense, o velhinho Ateneu Desportivo de Leiria, o Futebol Clube Marrazes, o Vieirense, o Eléctrico, de Ponte de Sôr, o Marinhense, o Lisboa Marinha, o Coliponense, o Ginásio de Alcobaça... e outros que será irrelevante citar.



Que tardes de glória em jogos memoráveis vimos fazer ao nosso Ateneu, naquele tempo em que não havia no clube um Peyroteu ou um Matateu, um Arsénio ou um João Azevedo, mas tivemos o prazer de vêr jogar 'estrelas' como o Porém Luis - mais tarde um bom Árbitro de futebol -, o Portas, o Gato, o Chitas, o Marmelada e um fenomenal guardião de nome Montero, que era um protento à baliza. Mas tantos outros ví jogar no velho pelado, como o Tonito Pascoal ou o Horácio, por exemplo, que foram dos maiores jogadores que passaram pelo velhinho Futebol Clube Marrazes, de saudosa memória...
 
 
 
O ATENEU DESPORTIVO DE LEIRIA ascendeu à 1ª Divisão Distrital de Leiria na época 1953/54, e esteve activo futebolísticamente ao longo de 6 boas temporadas.  Atingiu a III Divisão Nacional em três ocasiões, graças aos lugares de topo que foi conseguindo nos distritais. Foi na época de  55-56 que logrou chegar à 2ª. fase da III Divisão, atrás do se rival de sempre Atlético Clube  Marinhense. Na época 56-57, veio a atingir a 1/2 final da III Divisão Nacional, sendo eliminado pelo Vila Real (1-1 e 0-4). Na época seguinte, 57-58,  obteve o  2º. lugar, perdendo o título na última jornada frente ao Ginásio de Alcobaça. Esta posição permitiu-lhe, na mesma época, participar também na III Divisão Nacional obtendo bons resultados. A rivalidade com o vizinho FC Marrazes  despertava imenso interesse nos derbies da cidade.
Outros tempos...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

DENTRO DE TI, ÓH LEIRIA...

 
 DENTRO DE TI, ÓH LEIRIA...
...DENTRO DE TI, ÓH LEIRIA,
...ÁH UM FANTASMA INCARNADO...
...ÁH UM FANTASMA TARADO!
É DONO DE UMA FUNDAÇÃO... 
...É DONO DE UMA FUNDAÇÃO...
QUE SUGA O POVINHO ENGANADO...
...QUE SUGA O POVINHO ENGANADO!
O MAROCAS FOI UM LADRÃO...
...O MAROCAS FOI UM LADRÃO,
MAROCAS DO PADRE SOARES...
...MAROCAS DO PADRE SOARES,
QUE TROUXE AS CORTES NO CORAÇÃO...
...QUE TROUXE AS CORTES NO CORAÇÃO,
PARA TU A CONSPURCARES...
...PARA TU A CONSPURCARES!
DIZES SER A TUA AMADA...
...DIZES SER A TUA AMADA,
APENAS PARA TE MOSTRARES...
APENAS PARA TE MOSTRARES,
E A DEIXARES SEM MAIS NADA...
...E A DEIXARES SEM MAIS NADA,
DEPOIS DE A DELAPIDARES...
...DEPOIS DE A DELAPIDARES!

NO MUNDO ASSIM...

NO MUNDO  ASSIM...
era bom viver nesta terra... bonita!